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	<title>Importação - PGL Brasil</title>
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	<title>Importação - PGL Brasil</title>
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		<title>Imposto de importação do azeite zerado. Descubra mais sobre este segmento na importação.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marketing PGLBR]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 13:53:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O azeite de oliva é um alimento produzido e consumido há mais de 6 mil anos, e ao longo dos séculos foi difundido na culinária de diversas culturas, em especial na bacia do Mediterrâneo. É um alimento valorizado por seu sabor e benefícios à saúde. Mesmo o Brasil sendo um forte produtor de alimentos, o&#8230;</p>
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<p data-renderer-start-pos="99">O azeite de oliva é um alimento produzido e consumido há mais de 6 mil anos, e ao longo dos séculos foi difundido na culinária de diversas culturas, em especial na bacia do Mediterrâneo. É um alimento valorizado por seu sabor e benefícios à saúde.</p>
<p data-renderer-start-pos="348">Mesmo o Brasil sendo um forte produtor de alimentos, o azeite de oliva é um dos itens que, por condições climáticas, não são produzidos em larga escala no país, necessitando assim da importação para suprir a demanda interna.</p>
<p data-renderer-start-pos="574">O seu preço disparou no último ano, em decorrência da redução global da oferta, e recentemente houve redução no imposto de importação do item.</p>
<p data-renderer-start-pos="718">Quer entender melhor sobre o mercado de azeite de oliva, compreender o que há por trás do seu aumento de preço e como funciona a importação deste produto? Acompanhe abaixo!</p>
<h2 data-renderer-start-pos="892"><strong data-renderer-mark="true">Redução do imposto de importação</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="926">No último mês de março de 2025, o Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) anunciou a redução da tarifa do imposto de importação sobre 11 alimentos, entre eles o azeite de oliva.</p>
<p data-renderer-start-pos="1131">Com isso, o imposto de importação sobre o azeite de oliva passou de 9% para 0%.</p>
<p data-renderer-start-pos="1212">A iniciativa busca ampliar a oferta do produto e ajudar na redução dos preços no mercado interno, em um momento em que o valor do azeite tem registrado fortes altas não só no Brasil, mas também no mercado global.</p>
<h2 data-renderer-start-pos="1426"><strong data-renderer-mark="true">Por que o preço do azeite de oliva está alto?</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="1473">Essa redução do imposto é baseada na alta do preço do azeite, que nos últimos meses, principalmente em 2024, disparou no mundo e no Brasil, fazendo o produto praticamente se tornar um artigo de luxo.</p>
<p data-renderer-start-pos="1674">Em determinado período, o preço do produto chegou a acumular um aumento de quase 50%. Embora mais estabilizado agora em 2025, seu preço continua alto.</p>
<p data-renderer-start-pos="1826">A alta é atribuída a fatores climáticos: nos dois últimos anos, uma seca atingiu a Europa, reduzindo de forma drástica as colheitas de azeitonas, impactando assim na oferta do azeite.</p>
<p data-renderer-start-pos="2011">A Espanha é o maior fabricante de azeite do mundo, e entre as safras de 2021/22 e 2022/23 enfrentou uma redução na produção de 60%, passando de 1,5 milhão de toneladas para cerca de 600 mil toneladas.</p>
<p data-renderer-start-pos="2213">O Brasil possui produção nacional de azeite de oliva, porém é pequena, e para abastecer o mercado interno, depende dos produtores europeus, em especial Portugal e Espanha.</p>
<p data-renderer-start-pos="2386">A boa notícia é que a última safra, colhida em outubro de 2024, dobrou em relação às anteriores, sinalizando uma retomada na produção de azeite.</p>
<p data-renderer-start-pos="2532">A expectativa é que, agora em 2025, a produção global atinja 3,1 milhões de toneladas, representando um crescimento de 23% em comparação com 2024. Com isso, é possível que o preço do azeite comece a cair.</p>
<h2 data-renderer-start-pos="2738"><strong data-renderer-mark="true">O mercado brasileiro de azeite de oliva</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="2779">O consumo de azeite de oliva no Brasil deu um salto nas últimas décadas, ganhando espaço na alimentação dos brasileiros. De acordo com o Conselho Oleícola Internacional (COI), o consumo per capita no país saltou de 143g em 2004 para 410g em 2019.</p>
<p data-renderer-start-pos="3027">Apesar do crescimento, apenas 0,24% do azeite consumido no Brasil é de produção nacional. Isso se deve às especificidades no cultivo da oliveira, que requer invernos frios (sem geadas intensas), verões secos e baixa umidade, condições climáticas presentes em poucas regiões do país.</p>
<p data-renderer-start-pos="3311">O Rio Grande do Sul e a Serra da Mantiqueira são os principais polos produtores de azeite no Brasil, justamente por reunirem essas características para o cultivo.</p>
<p data-renderer-start-pos="3475">Segundo o COI, o Brasil é um dos maiores importadores de azeite do mundo, depois dos Estados Unidos e da União Europeia, respondendo por cerca de 8% das importações globais.</p>
<h2 data-renderer-start-pos="3650"><strong data-renderer-mark="true">A importação de azeite de oliva</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="3683">Em 2024, o Brasil importou aproximadamente US$ 780,5 milhões em azeite de oliva, um aumento de mais de 32% em relação ao valor registrado no ano anterior, que foi de US$ 589,4 milhões.</p>
<p data-renderer-start-pos="3869">Em termos de volume, no entanto, houve uma queda: foram 77 mil toneladas importadas em 2024, contra 80 mil toneladas em 2023.</p>
<p data-renderer-start-pos="3996">Ou seja, o país importou menos azeite, mas pagou mais caro por ele, reflexo da escassez global e da valorização do produto.</p>
<p data-renderer-start-pos="4121">Os principais fornecedores de azeite ao Brasil são Portugal, Espanha, Chile, Itália e Argentina.</p>
<p data-renderer-start-pos="4219">Países como a Turquia e Grécia também fornecem ao Brasil, mas com menor participação.</p>
<p data-renderer-start-pos="4306">Apesar do crescimento no consumo de azeite que citamos nos parágrafos acima, o brasileiro ainda consome pouco em contraste com outros mercados. O consumo anual por pessoa não chega a meio quilo, enquanto na Grécia é cerca de 11 quilos, na Espanha 10 quilos e na Itália 7 quilos. O que, potencialmente, é um mercado a ser explorado.</p>
<h2 data-renderer-start-pos="4639"><strong data-renderer-mark="true">Procedimentos e cuidados na importação</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="4679">
<p data-renderer-start-pos="4681">Para realizar a importação de azeite e aproveitar-se das oportunidades deste segmento, é necessário atender a regras específicas, em especial aos regramentos do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).</p>
<p data-renderer-start-pos="4888">Alguns dos passos e procedimentos da operação de importação incluem:</p>
<ul class="ak-ul" data-indent-level="1">
<li>
<p data-renderer-start-pos="4960">Registro do importador junto ao MAPA;</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="5001">Necessidade de licença de importação (LI/LPCO) perante o MAPA;</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="5067">Rotulagem conforme a legislação;</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="5103">Exame laboratorial para verificar a qualidade do azeite.</p>
</li>
</ul>
<p data-renderer-start-pos="5163">O importador que apresentar o Certificado de Análise do azeite, emitido por laboratórios credenciados pelo MAPA no país de origem do produto, exonera a necessidade de coleta e análise da amostra no Brasil, tornando o processo mais fácil e rápido.</p>
<p data-renderer-start-pos="5411">Além disso, uma logística internacional bem planejada e coordenada é fundamental para assegurar que o produto chegue ao destino em perfeitas condições, com proteção adequada durante o armazenamento e o transporte, evitando a exposição à luz, ao calor excessivo e garantindo um ambiente limpo.</p>
<h2 data-renderer-start-pos="5705"><strong data-renderer-mark="true">Conclusão</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="5716">O Brasil depende quase totalmente do azeite de oliva produzido no exterior, já que, como vimos, a produção nacional ainda é bastante limitada.</p>
<p data-renderer-start-pos="5860">Agora, com o imposto de importação zerado e a expectativa de melhores colheitas, é possível que os preços se estabilizem e a oferta volte ao normal, o que abre novas oportunidades para o setor, especialmente considerando que o azeite vem ganhando cada vez mais espaço na alimentação dos brasileiros.</p>
<p data-renderer-start-pos="6161">Importar azeite exige atenção às regulamentações e uma logística bem estruturada. Contar com especialistas em comércio exterior pode tornar este processo mais ágil, seguro e eficiente.</p>
<p data-renderer-start-pos="6347">Na <strong data-renderer-mark="true">PGL Brasil</strong>, ajudamos importadores a garantir mais conformidade em suas operações, com soluções de alto nível em despacho aduaneiro e logística internacional.</p>
<p data-renderer-start-pos="6509">Precisa de apoio para importar azeite ou qualquer outro produto? Fale com a gente!</p>
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		<title>Em clima de Páscoa: conheça o comércio internacional do chocolate e do cacau</title>
		<link>https://pglbr.com.br/em-clima-de-pascoa-conheca-o-comercio-internacional-do-chocolate-e-do-cacau/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marketing PGLBR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2025 15:39:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[PGL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Páscoa se aproxima e, com ela, as vendas de chocolates são impulsionadas no varejo. Por trás dos chocolates que ocupam as prateleiras dos comércios locais, existe uma complexa cadeia logística que conecta produtores, indústrias e mercados consumidores ao redor do mundo. O cacau é originário da região amazônica, mas hoje é uma commodity cultivada&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-renderer-start-pos="89">A Páscoa se aproxima e, com ela, as vendas de chocolates são impulsionadas no varejo. Por trás dos chocolates que ocupam as prateleiras dos comércios locais, existe uma complexa cadeia logística que conecta produtores, indústrias e mercados consumidores ao redor do mundo.</p>
<p data-renderer-start-pos="363">O cacau é originário da região amazônica, mas hoje é uma commodity cultivada principalmente em países da África, e está em alta demanda, após as perdas das últimas safras, o que tem afetado o preço dos chocolates.</p>
<p data-renderer-start-pos="578">Neste artigo, vamos explorar o comércio internacional do chocolate e do cacau, destacando os maiores países produtores e exportadores e entendendo os números do comércio exterior brasileiro deste segmento.</p>
<h1 data-renderer-start-pos="785"><strong data-renderer-mark="true">Principais países produtores de cacau</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="824">O cacau é cultivado, em sua maioria, em países de clima tropical. Segundo a Organização Internacional do Cacau (ICCO), a África concentra mais de 70% da produção mundial de cacau, sendo os principais países produtores a Costa do Marfim, com 2,18 milhões de toneladas por ano, (equivalente a 44% da produção mundial), e em segunda lugar está Gana, com uma produção de 680 mil toneladas.</p>
<p data-renderer-start-pos="1211">Outros países de destaque, em ordem de produção de cacau, são Equador, Camarões, Nigéria, Brasil e Peru.</p>
<p data-renderer-start-pos="1317">No caso das nações africanas, o fruto é em grande parte exportado a países da Europa e aos Estados Unidos, onde se concentram as indústrias processadoras e fabricantes de chocolate.</p>
<h1 data-renderer-start-pos="1500"><strong data-renderer-mark="true">Quais são os principais países exportadores de chocolate?</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="1559">Enquanto algumas nações produzem o cacau, outros países se concentram em processar o fruto e produzir o chocolate como produto final.</p>
<p data-renderer-start-pos="1694">Apesar de não cultivar um único pé de cacau, a Alemanha lidera o ranking dos maiores produtores e exportadores de chocolate do mundo. O país conta com mais de 200 indústrias de chocolate instaladas, que exportam para mais de 100 países.</p>
<p data-renderer-start-pos="1932">Além da Alemanha, que ocupa o primeiro lugar, com um market share de mais de 16% das exportações globais de chocolate, o ranking dos maiores exportadores deste produto é composto por outros países europeus, em ordem:</p>
<ul class="ak-ul" data-indent-level="1">
<li>
<p data-renderer-start-pos="2152">Bélgica: 9% das exportações globais</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="2191">Itália: 7,3%</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="2207">Polônia: 7,1%</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="2224">Países Baixos: 6,3%</p>
</li>
</ul>
<p data-renderer-start-pos="2247">Esses países abrigam multinacionais do setor, que além de abastecer seus mercados locais, exportam chocolate para todos os continentes.</p>
<h1 data-renderer-start-pos="2384"><strong data-renderer-mark="true">O comércio exterior de chocolate no Brasil</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="2428">No primeiro trimestre de 2025, as exportações de chocolate produzidos no Brasil já somam US$ 47,14 milhões, que correspondem a 8,7 mil toneladas de produtos embarcados.</p>
<p data-renderer-start-pos="2598">Em comparação com os três primeiros meses de 2024, o faturamento cresceu 7,4%, enquanto o volume embarcado reduziu 8,5%.</p>
<p data-renderer-start-pos="2720">Com os valores aumentando e o volume reduzindo, o valor FOB por quilo embarcado cresceu 17,4% na comparação ano a ano, totalizando US$ 5,41/kg.</p>
<p data-renderer-start-pos="2865">Esse aumento no preço acompanha uma tendência mundial de valorização do chocolate que é impulsionada pela queda na oferta de cacau, decorrente das condições climáticas adversas que afetam as culturas nos principais países produtores do fruto.</p>
<p data-renderer-start-pos="3109">Os principais compradores do chocolate brasileiro foram a Argentina (24%), Uruguai (9,9%), Arábia Saudita (9,6%), Paraguai (8,3%) e Chile (7,8%).</p>
<p data-renderer-start-pos="3256">Já nas importações, o total desembarcado no Brasil de janeiro a março totalizou US$ 55,28 milhões, que correspondem a 5,69 mil toneladas. O preço FOB por quilo do chocolate na importação foi de US$ 9,71, que representou um aumento expressivo de 18,4% na comparação com o ano anterior.</p>
<p data-renderer-start-pos="3542">Os principais fornecedores de chocolate ao Brasil foram a Argentina (23%), Alemanha (17%), Suíça (15%), Bélgica (12%) e Itália (11%).</p>
<h1 data-renderer-start-pos="3677"><strong data-renderer-mark="true">A inflação do chocolate</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="3702">Durante a Páscoa, em países que seguem essa tradição, o consumo e as vendas de chocolates crescem no período. Em 2025, porém, a indústria do chocolate tem enfrentado um desafio extra: a disparada no preço do cacau.</p>
<p data-renderer-start-pos="3918">A produção de cacau tem enfrentado uma crise na África, principal região produtora, impactada por condições climáticas adversas e pela proliferação de pragas. Esse cenário compromete a oferta global e pressiona os preços da matéria-prima, que atingiram níveis históricos: o preço do cacau aumentou cerca de 180% em um período de dois anos.</p>
<p data-renderer-start-pos="4259">O Brasil, embora produza cacau, é afetado por este cenário, pois a produção nacional não consegue atender toda a demanda, precisando então importar dos países do continente africano.</p>
<p data-renderer-start-pos="4443">Os preços dos ovos de chocolate e produtos relacionados tiveram aumento médio de 14% neste ano, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras).</p>
<h1 data-renderer-start-pos="4598"><strong data-renderer-mark="true">O papel da logística no comércio global de cacau e chocolate</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="4660">A cadeia produtiva do chocolate depende de uma integração logística internacional, já que, conforme vimos, muitas vezes o cultivo da matéria-prima acontece em nações diferentes da industrialização do produto final, o que torna o transporte internacional essencial para conectar as diferentes partes envolvidas.</p>
<p data-renderer-start-pos="4972">Além disso, por se tratar de um produto alimentício sensível a variações de temperatura, o chocolate precisa seguir cuidados específicos para garantir sua qualidade até o destino final.</p>
<p data-renderer-start-pos="5159">Entre as soluções logísticas mais utilizadas em seu transporte, estão os veículos refrigerados no modal rodoviário, o transporte aéreo com controle de temperatura e os containers reefers no modal marítimo. Estes modais permitem que o chocolate chegue em perfeito estado às prateleiras e aos consumidores, seja na Páscoa ou em qualquer época do ano, no Brasil e no mundo.</p>
<p data-renderer-start-pos="5531">Na <strong data-renderer-mark="true">PGL Brasil</strong>, contamos com expertise e soluções logísticas personalizadas para atender as demandas desse setor, com segurança, eficiência e cuidado em cada etapa do transporte.</p>
<p data-renderer-start-pos="5710">Entre em contato e saiba como podemos ajudar suas operações de importação e exportação!</p>
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		<title>Preço global do café atinge níveis históricos. Entenda o papel do Brasil neste cenário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marketing PGLBR]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 13:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[PGL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há mais de um século, o café tem sido um pilar da economia brasileira, reforçando a balança comercial do país. Em 2024, o café ocupou a 7ª posição no ranking dos principais produtos exportados. No entanto, seus preços, tanto no mercado interno quanto no internacional, têm registrado altas históricas, impactando consumidores em todo o mundo.&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-renderer-start-pos="97">Há mais de um século, o café tem sido um pilar da economia brasileira, reforçando a balança comercial do país. Em 2024, o café ocupou a 7ª posição no ranking dos principais produtos exportados.</p>
<p data-renderer-start-pos="292">No entanto, seus preços, tanto no mercado interno quanto no internacional, têm registrado altas históricas, impactando consumidores em todo o mundo.</p>
<p data-renderer-start-pos="442">Este artigo explora essa dinâmica, explicando os motivos por trás da alta e contextualizando a importância do Brasil na produção e exportação dessa commodity. Boa leitura!</p>
<h1 data-renderer-start-pos="615"><strong data-renderer-mark="true">O aumento do preço do café</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="643">O preço mundial do café registrou um aumento de 38,8% em 2024 na comparação com a média do ano anterior, conforme apontado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).</p>
<p data-renderer-start-pos="840">Em bolsas como a Intercontinental Exchange Inc (ICE), a alta foi ainda mais acentuada. O preço do café arábica aumentou 70% em 2024, e mais de 20% só neste ano.</p>
<p data-renderer-start-pos="1002">No mercado brasileiro, a inflação do café também foi sentida, atingindo 66,18% no acumulado dos 12 meses até fevereiro de 2025, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).</p>
<p data-renderer-start-pos="1195">Segundo a FAO, o preço do café pode subir ainda mais em 2025, caso as principais regiões produtoras enfrentem novas reduções nas colheitas.</p>
<h1 data-renderer-start-pos="1336"><strong data-renderer-mark="true">O Brasil é protagonista na produção e exportação de café</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="1394">O Brasil responde por 38% da produção global de café e por 20% das exportações, sendo líder no setor.</p>
<p data-renderer-start-pos="1497">Outro país que é relevante é o Vietnã, responsável por 17% da produção global. Ou seja, juntos, ambos os países produzem mais da metade do café do mundo. O motivo por trás disso é que o cafeeiro são plantas que exigem condições específicas de clima, solo e altitude, e poucos países possuem estas combinações.</p>
<p data-renderer-start-pos="1808">A concentração da produção em poucos países torna o mercado de café sensível a eventos climáticos e fatores que possam afetar as lavouras dessas regiões, consequentemente impactando a oferta global.</p>
<p data-renderer-start-pos="2008">Outros principais países produtores, mas em menor participação no mercado global, são a Colômbia (7%), Indonésia (6%) e Etiópia (5%).</p>
<h1 data-renderer-start-pos="2143"><strong data-renderer-mark="true">Fatores que explicam a alta no preço do café</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="2189">Os principais fatores que têm influenciando no preço da commodity, são:</p>
<ul class="ak-ul" data-indent-level="1">
<li>
<p data-renderer-start-pos="2264">Problemas climáticos: tanto no Brasil quanto no Vietnã, as lavouras enfrentaram condições climáticas adversas na última safra. No Brasil, uma forte seca em 2024 impactou na produção. No Vietnã, as chuvas irregulares e o clima seco causaram uma queda de 6% na produção e 47% nas exportações.</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="2558">Aumento da demanda: o café é a segunda bebida mais consumida no mundo, e o número de consumidores continua a crescer, enquanto a produção global do grão está estagnada desde 2020. Na China, um mercado de grandes proporções, o consumo do café cresceu 40% nos últimos cinco anos.</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="2839">Diminuição dos estoques: o alto consumo tem reduzido os estoques globais. De 2020 até hoje, os estoques passaram de 37,5 milhões de sacas para 20,8 milhões.</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="2999">Custos logísticos: os conflitos no Oriente Médio contribuíram para o aumento dos custos do transporte marítimo internacional, influenciando nos custos logísticos do café, já que o produto é transportado principalmente via modal marítimo.</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="3240">Variação cambial: no caso do Brasil, a alta do dólar em 2024 (27,3%) trouxe uma pressão adicional sobre os preços do café, já que se trata de um produto de exportação.</p>
</li>
</ul>
<p data-renderer-start-pos="3411">Para 2025, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta uma queda de 4,4% na produção total de café no Brasil, o que pode manter o produto em alta demanda.</p>
<h1 data-renderer-start-pos="3577"><strong data-renderer-mark="true">As exportações de café</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="3601">Em 2024, o Brasil atingiu um marco histórico na exportação de café, somando 50,443 milhões de sacas embarcadas para 116 países. Este volume representa um aumento de 28,5% em relação a 2023, e supera o recorde anterior de 2020.</p>
<p data-renderer-start-pos="3829">Os principais compradores do café brasileiro foram Estados Unidos (8,131 milhões de sacas), Alemanha (7,590 milhões de sacas) e Bélgica (4,348 milhões de sacas).</p>
<p data-renderer-start-pos="3992">No mercado asiático, a China foi o comprador de destaque, registrando um aumento de 364,8% em suas importações.</p>
<h1 data-renderer-start-pos="4105"><strong data-renderer-mark="true">A logística na exportação de café</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="4140">Grande parte do café exportado pelo Brasil é transportada via modal marítimo. Um planejamento logístico eficiente é essencial para evitar custos extras e manter a competitividade do produto no mercado global.</p>
<p data-renderer-start-pos="4350">Gargalos logísticos resultantes de um planejamento inadequado podem causar atrasos e aumentar os custos, impactando ainda mais uma commodity que já está com preços elevados.</p>
<p data-renderer-start-pos="4525">Para garantir uma operação bem sucedida, contar com uma logística bem estruturada faz toda a diferença. A <strong data-renderer-mark="true">PGL Brasil</strong> está à disposição para auxiliar seus embarques, seja de café ou de qualquer outra mercadoria. Entre em contato e saiba mais!</p>
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		<title>Principais frutas brasileiras exportadas</title>
		<link>https://pglbr.com.br/principais-frutas-brasileiras-exportadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marketing PGLBR]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 12:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[PGL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil é um dos principais produtores de frutas do mundo. Além da vasta variedade, o clima propício e os métodos de produção tornam a fruta brasileira um produto de alta qualidade, valorizado em mercados exigentes. Grande parte das frutas cultivadas é destinada ao próprio consumo nacional. No entanto, as exportações vêm ganhando força, com&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []">O Brasil é um dos principais produtores de frutas do mundo. Além da vasta variedade, o clima propício e os métodos de produção tornam a fruta brasileira um produto de alta qualidade, valorizado em mercados exigentes.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Grande parte das frutas cultivadas é destinada ao próprio consumo nacional. No entanto, as exportações vêm ganhando força, com novos mercados sendo abertos a cada ano, criando mais oportunidades para o setor e tornando o Brasil um player ainda mais importante no segmento alimentício.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Neste artigo, você irá saber quais foram as principais frutas exportadas no último ano e os países compradores, além de aspectos logísticos, regulatórios e perspectivas para o setor.</p>
<h1 data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="heading" data-prosemirror-node-block="true"><strong data-prosemirror-content-type="mark" data-prosemirror-mark-name="strong">O setor de fruticultura brasileiro</strong></h1>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">No ranking global de produção de frutas, o Brasil ocupa a terceira posição, ficando atrás apenas da China e da Índia. Em 2023, o Brasil produziu 43 bilhões de toneladas de frutas.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Há aproximadamente 2,5 milhões de hectares de frutas plantadas no Brasil, que geram em torno de 5 milhões de empregos. O setor emprega 16% de toda a mão de obra do agronegócio e é extremamente importante para a economia, pois a fruticultura é em grande parte baseada na produção familiar.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Com uma grande produção, frutos diversos e de qualidade, o Brasil tem conquistado espaço no mercado internacional. Isso é demonstrado pelos números: de 2014 a 2024, as exportações de frutas cresceram 49%. Desde 2019, os valores exportados superam US$ 1 bilhão ao ano.</p>
<h1 data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="heading" data-prosemirror-node-block="true"><strong data-prosemirror-content-type="mark" data-prosemirror-mark-name="strong">As principais frutas exportadas</strong></h1>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Em 2024, segundo dados da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), o Brasil exportou US$ 1,28 bilhão em frutas, que correspondem a 1,076 milhões de toneladas.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Em valores, houve um aumento de 3,9% em relação às exportações de 2023, enquanto o volume registrou uma queda de 0,85%.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">No período, as cinco principais frutas embarcadas foram:</p>
<ol class="ak-ol" start="1" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="orderedList" data-prosemirror-node-block="true">
<li data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="listItem" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Mangas: US$ 349,8 milhões (258,3 mil toneladas)</p>
</li>
<li data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="listItem" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Limões e limas: US$ 195.1 milhões (175,8 mil toneladas)</p>
</li>
<li data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="listItem" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Melões: US$ 185.2 milhões (243,4 mil toneladas)</p>
</li>
<li data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="listItem" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Uvas: US$ 151.5 milhões (58,9 mil toneladas)</p>
</li>
<li data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="listItem" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Melancias: US$ 73.5 milhões (132,5 mil toneladas)</p>
</li>
</ol>
<h1 data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="heading" data-prosemirror-node-block="true"><strong data-prosemirror-content-type="mark" data-prosemirror-mark-name="strong">Quais são os principais destinos das frutas?</strong></h1>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Do total exportado, os principais importadores de frutas brasileiras de 2024 foram:</p>
<ol class="ak-ol" start="1" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="orderedList" data-prosemirror-node-block="true">
<li data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="listItem" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Países Baixos (Holanda): US$ 509,7 milhões (463,5 mil toneladas)</p>
</li>
<li data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="listItem" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Reino Unido: US$ 205 milhões (185,9 mil toneladas)</p>
</li>
<li data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="listItem" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Estados Unidos: US$ 146 milhões (77,6 mil toneladas)</p>
</li>
<li data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="listItem" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Espanha: US$ 136,9 milhões (132,1 mil toneladas)</p>
</li>
<li data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="listItem" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Portugal: US$ 47,3 milhões (30,3 mil toneladas)</p>
</li>
</ol>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Em torno de metade do total exportado pelo Brasil em frutas é destinado a países da União Europeia.</p>
<h1 data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="heading" data-prosemirror-node-block="true"><strong data-prosemirror-content-type="mark" data-prosemirror-mark-name="strong">Logística na exportação de frutas</strong></h1>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Como se trata de um produto perecível, as frutas exigem um planejamento logístico eficiente para garantir que cheguem ao destino final em perfeitas condições, evitando perdas do produto e prejuízos financeiros.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">O modal mais utilizado para a exportação de frutas é o marítimo, por meio de contêineres refrigerados (Reefers), que mantêm a temperatura controlada durante todo o percurso.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">No caso de frutas mais sensíveis ou com prazos mais curtos, o transporte aéreo pode ser a melhor opção, embora tenha um custo de frete elevado em comparação ao marítimo.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">O exportador deve sempre informar a temperatura de controle necessária e o <em data-prosemirror-content-type="mark" data-prosemirror-mark-name="em">shelf life</em> do produto para que o agente de carga ou o operador logístico atenda a essas características.</p>
<h1 data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="heading" data-prosemirror-node-block="true"><strong data-prosemirror-content-type="mark" data-prosemirror-mark-name="strong">Aspectos regulatórios na exportação de frutas</strong></h1>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">A Secretária de Defesa Agropecuária (SDA) tem a função de garantir a fiscalização e certificação das frutas brasileiras, tanto para o mercado nacional quanto para as exportações.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Normalmente, o país importador exige que as frutas sejam acompanhadas de um certificado fitossanitário.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Grande parte dos países importadores também realiza o controle da qualidade das frutas no momento da importação, quando a mercadoria chega ao país, com coleta e análise de amostras.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">As frutas exportadas não devem conter podridão, manchas, deformações ou danos mecânicos que afetem a casca. Além disso, a presença de resíduos de agrotóxicos deve respeitar os limites impostos por cada país. Dessa forma, produtores e exportadores devem garantir a qualidade máxima dos produtos para evitar barreiras sanitárias.</p>
<h1 data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="heading" data-prosemirror-node-block="true"><strong data-prosemirror-content-type="mark" data-prosemirror-mark-name="strong">Expectativas para 2025</strong></h1>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Segundo o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Esalq/USP), para este ano a expectativa é que as exportações de frutas sigam em crescimento, motivado pela valorização do dólar e também pela retomada no cultivo de certas frutas.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Além disso, o recente acordo entre o Mercosul e a União Europeia, caso seja ratificado, pode representar mais um avanço para o setor em ganhos comerciais.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Hoje, grande parte das frutas exportadas são destinadas ao bloco, no qual o imposto de importação varia entre 4% e 14%.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">O tratado elimina o imposto de forma parcial ou total, tornando a fruta brasileira ainda mais competitiva no mercado europeu.</p>
<h1 data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="heading" data-prosemirror-node-block="true"><strong data-prosemirror-content-type="mark" data-prosemirror-mark-name="strong">Exporte suas frutas com eficiência e segurança com a PGL Brasil</strong></h1>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Com mais de 20 anos de experiência em logística internacional, a PGL Brasil é especialista no transporte de perecíveis.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Oferecemos soluções sob medida para suas exportações de frutas, garantindo tarifas competitivas e um serviço de excelência amparado por profissionais qualificados.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Fale com nosso time comercial e entenda como podemos lhe ajudar.</p>
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		<item>
		<title>Logística CKD na importação e exportação de veículos</title>
		<link>https://pglbr.com.br/logistica-ckd-na-importacao-e-exportacao-de-veiculos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marketing PGLBR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 18:51:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[PGL]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://pglbr.com.br/?p=11296</guid>

					<description><![CDATA[<p>O termo CKD (Complete Knock-Down) refere-se a uma estratégia logística do segmento automotivo, na qual as partes e componentes de um veículo são fabricados em um país e exportados para outro país, onde o veículo será montado. Embora eficiente, essa estratégia precisa ser bem gerenciada, pois pode envolver diversos fornecedores de peças no país de&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []">O termo CKD (Complete Knock-Down) refere-se a uma estratégia logística do segmento automotivo, na qual as partes e componentes de um veículo são fabricados em um país e exportados para outro país, onde o veículo será montado.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Embora eficiente, essa estratégia precisa ser bem gerenciada, pois pode envolver diversos fornecedores de peças no país de origem, sendo necessário o alinhamento e a coordenação adequada para garantir a consolidação da carga e o sucesso do embarque.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">A PGL Brasil tem experiência comprovada neste tipo de embarque, com cases de sucesso no Brasil e em outros países.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Conte conosco para sua logística no setor automotivo!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comunicado: Greve afeta operações no Aeroporto de Munique, na Alemanha</title>
		<link>https://pglbr.com.br/greve-afeta-operacoes-no-aeroporto-de-munique-na-alemanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marketing PGLBR]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 19:42:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aviso]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://pglbr.com.br/?p=11280</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Aeroporto de Munique, o segundo maior da Alemanha, está sendo afetado por uma greve sindical que começou na quinta-feira (27) e vai até esta sexta (28). A greve, convocada pelo sindicato Verdi, tem como objetivo o aumento salarial e melhores condições de trabalho. Cerca de 80% dos voos foram cancelados. A paralisação impacta o&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []">O Aeroporto de Munique, o segundo maior da Alemanha, está sendo afetado por uma greve sindical que começou na quinta-feira (27) e vai até esta sexta (28).</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">A greve, convocada pelo sindicato Verdi, tem como objetivo o aumento salarial e melhores condições de trabalho.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Cerca de 80% dos voos foram cancelados. A paralisação impacta o plano de viagens de milhares de passageiros e também afeta o transporte de cargas aéreas que transitam pelo aeroporto nestes dias.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Estamos acompanhando de perto os embarques de nossos clientes com destino, origem ou via MUC, e trabalhando para reduzir contratempos.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Em caso de dúvidas, solicitamos que entrem em contato.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Importação de batatas congeladas: conheça mais deste mercado</title>
		<link>https://pglbr.com.br/importacao-de-batatas-congeladas-conheca-mais-deste-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marketing PGLBR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 14:53:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[PGL]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://pglbr.com.br/?p=11269</guid>

					<description><![CDATA[<p>A batata frita congelada tem ganhado cada vez mais popularidade entre os consumidores brasileiros por ser uma opção saborosa e prática de preparar. Um estudo da The Insight Partners projeta que o mercado de batatas fritas congeladas atingirá mais de US$ 92 bilhões até 2030 no mundo todo, com uma taxa de crescimento anual de&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-renderer-start-pos="73">A batata frita congelada tem ganhado cada vez mais popularidade entre os consumidores brasileiros por ser uma opção saborosa e prática de preparar.</p>
<p data-renderer-start-pos="222">Um estudo da The Insight Partners projeta que o mercado de batatas fritas congeladas atingirá mais de US$ 92 bilhões até 2030 no mundo todo, com uma taxa de crescimento anual de 4,6% (de 2020 até o final da década).</p>
<p data-renderer-start-pos="439">Neste conteúdo, vamos conhecer mais sobre a importação no segmento de batatas congeladas, também conhecidas como batatas pré-fritas, muito utilizadas em restaurantes e redes de fast food, mas que também têm aumentado sua presença no varejo. Veremos dados e informações como valores e volume importado em 2024, principais países fornecedores, estados importadores e os aspectos logísticos deste produto.</p>
<h1 data-renderer-start-pos="843"><strong data-renderer-mark="true">Crescimento na importação de batatas congeladas</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="892">
<p data-renderer-start-pos="894">Em 2024, as importações de batatas congeladas atingiram US$ 446,84 milhões e 323,76 mil toneladas. Esses números, em relação a 2023, representam um crescimento de mais de 25% em valores. Já em volume, o aumento foi de 23,64%. Esses dados indicam uma forte expansão na demanda por esse produto no mercado interno.</p>
<h1 data-renderer-start-pos="1208"><strong data-renderer-mark="true">Principais países fornecedores de batatas congeladas</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="1262">
<p data-renderer-start-pos="1264">Os principais países fornecedores de batata congelada ao Brasil, em valores FOB, referente a 2024 foram:</p>
<ol class="ak-ol" start="1" data-indent-level="1">
<li>
<p data-renderer-start-pos="1372">Argentina: 51,45%</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="1393">Bélgica: 28,91%</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="1412">Países Baixos (Holanda): 12,22%</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="1447">Egito: 6,48%</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="1463">Polônia: 0,28%</p>
</li>
</ol>
<p data-renderer-start-pos="1481">Fonte: Comex Stat</p>
<h1 data-renderer-start-pos="1500"><strong data-renderer-mark="true">Estados importadores de batata congelada</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="1542">
<p data-renderer-start-pos="1544">Entre os principais estados importadores de batata congelada, destaca-se Santa Catarina, que recebeu mais de 184 mil toneladas, correspondentes a US$ 269 milhões no último ano. Esse valor representa 60% das importações do produto no Brasil.</p>
<p data-renderer-start-pos="1786">Os demais estados no ranking possuem participação menos expressiva:</p>
<ul class="ak-ul" data-indent-level="1">
<li>
<p data-renderer-start-pos="1857">Paraná: US$ 41 milhões e 31 mil toneladas</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="1902">Pernambuco: US$ 37 milhões e 29 mil toneladas</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="1951">Rondônia: US$ 19,9 milhões e 18 mil toneladas</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="2000">Rio Grande do Sul: US$ 18,9 milhões e 13 mil toneladas.<br />
(Dados referente a importação em 2024)</p>
</li>
</ul>
<h1 data-renderer-start-pos="2098"><strong data-renderer-mark="true">A logística na importação de batatas congeladas</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="2147">
<p data-renderer-start-pos="2149">Cerca de 53% dos embarques de batata congelada que chegam ao Brasil utilizam o modal marítimo, enquanto os outros 47% chegam via modal rodoviário. Por se tratar de um produto congelado, o controle de temperatura durante a logística deve ser de -18ºC.</p>
<p data-renderer-start-pos="2401">Para atender essa característica, no modal marítimo são utilizados containers Reefers, equipamentos que possuem sistemas de refrigeração próprios, garantindo a temperatura interna adequada durante toda a viagem. Esses contêineres são monitorados constantemente para evitar variações que possam comprometer a qualidade do produto.</p>
<p data-renderer-start-pos="2732">No modal rodoviário, o transporte é realizado por caminhões refrigerados, também conhecidos como frigoríficos, que também possuem sistemas de refrigeração para assegurar que as batatas cheguem ao destino final em condições adequadas.</p>
<p data-renderer-start-pos="2967">Além disso, é fundamental a adoção de boas práticas logísticas, como:</p>
<ul class="ak-ul" data-indent-level="1">
<li>
<p data-renderer-start-pos="3040">Inspecionar o caminhão ou contêiner antes da estufagem, verificando a limpeza.</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="3122">Cuidado no manuseio no carregamento e descarregamento das caixas, pois as batatas congeladas são produtos frágeis e podem quebrar.</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="3256">Observar o empilhamento máximo das caixas, respeitando o limite de altura para evitar avarias e garantindo a circulação de ar adequada dentro do contêiner ou veículo.</p>
</li>
</ul>
<h1 data-renderer-start-pos="3426"><strong data-renderer-mark="true">Suas operações de importação em boas mãos com a PGL Brasil!</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="3487">
<p data-renderer-start-pos="3489">Quando se trata de produtos perecíveis, uma logística mal planejada pode comprometer a integridade da carga, causar atrasos e gerar custos extras. Na PGL, garantimos que sua importação ocorra da forma mais eficiente possível, com prazos cumpridos, dentro do seu orçamento e com o suporte de um time especializado.</p>
<p data-renderer-start-pos="3804">Seja para batatas congeladas ou qualquer outro produto perecível, conte com quem realmente entende do assunto.</p>
<p data-renderer-start-pos="3916">Fale com a gente e descubra como podemos atender sua empresa com soluções logísticas inteligentes!</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Regimes Aduaneiros Especiais: o que são e como aproveitar essas modalidades</title>
		<link>https://pglbr.com.br/regimes-aduaneiros-especiais-o-que-sao-e-como-aproveitar-essas-modalidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marketing PGLBR]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 12:51:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma mercadoria importada ou exportada pode ter diferentes finalidades: aperfeiçoar os ativos da empresa, revenda, insumos para produção de produtos que serão vendidos no mercado nacional ou internacional. Em alguns casos, com base na finalidade da utilização da mercadoria, é possível adotar estratégias para reduzir os tributos por meio dos Regimes Aduaneiros Especiais. Neste artigo,&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-renderer-start-pos="88">Uma mercadoria importada ou exportada pode ter diferentes finalidades: aperfeiçoar os ativos da empresa, revenda, insumos para produção de produtos que serão vendidos no mercado nacional ou internacional.</p>
<p data-renderer-start-pos="294">Em alguns casos, com base na finalidade da utilização da mercadoria, é possível adotar estratégias para reduzir os tributos por meio dos Regimes Aduaneiros Especiais.</p>
<p data-renderer-start-pos="462">Neste artigo, vamos explorar o que são os Regimes Aduaneiros Especiais, os tipos mais utilizados, seus benefícios e como eles funcionam. Acompanhe abaixo!</p>
<h1 data-renderer-start-pos="618"><strong data-renderer-mark="true">O que são Regimes Aduaneiros Especiais?</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="659">Os Regimes Aduaneiros Especiais são regimes específicos previstos pela legislação brasileira que permitem suspensões ou isenções de tributos em operações de importação e exportação.</p>
<p data-renderer-start-pos="842">Esses regimes são voltados, principalmente, para operações que envolvem a importação ou exportação de mercadorias de forma temporária, fabricação de produtos destinados à exportação e o trânsito no território brasileiro, visando fomentar a economia do país.</p>
<p data-renderer-start-pos="1101">Em síntese, os Regimes Aduaneiros Especiais permitem que empresas tenham condições diferenciadas em suas operações de comércio exterior, fugindo da regra do recolhimento integral dos tributos, facilitando o fluxo das mercadorias e reduzindo custos.</p>
<h1 data-renderer-start-pos="1351"><strong data-renderer-mark="true">Principais tipos de Regimes Aduaneiros Especiais</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="1401">Existem diversas modalidades de Regimes Aduaneiros Especiais, e cada um atende necessidades específicas. Abaixo conheceremos melhor alguns destes regimes.</p>
<h2 data-renderer-start-pos="1557"><strong data-renderer-mark="true">Admissão Temporária</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="1578">Permite que bens importados permaneçam durante um prazo fixo no Brasil, com suspensão total dos tributos incidentes na importação. Após o período determinado, a mercadoria deve ser exportada ao exterior.</p>
<p data-renderer-start-pos="1783">Este regime é normalmente utilizado para produtos destinados a feiras e eventos e maquinários para conserto ou para aperfeiçoamento do ativo.</p>
<h2 data-renderer-start-pos="1926"><strong data-renderer-mark="true">Ex-Tarifário</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="1940">Consiste na redução da alíquota do imposto de importação de bens de capital (BK) e de informática e telecomunicação (BIT), quando não houver produto nacional equivalente.</p>
<p data-renderer-start-pos="2112">Atualmente, a alíquota do imposto de importação amparado sob este regime é 0%, e sem sua aplicação, as importações de BK possuem uma incidência de imposto de importação de 14%, e as de BIT 16%.</p>
<p data-renderer-start-pos="2307">O Ex-Tarifário é normalmente utilizado por empresas e indústrias que desejam modernizar sua infraestrutura tecnológica.</p>
<h2 data-renderer-start-pos="2428"><strong data-renderer-mark="true">Drawback</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="2438">Um dos regimes mais utilizados pelas indústrias, o Drawback permite a isenção dos tributos incidentes em insumos importados que serão utilizados na produção de bens destinados à exportação.</p>
<p data-renderer-start-pos="2629">Este regime reduz os custos de produção e incentiva para que produtos brasileiros se tornem mais competitivos no mercado internacional.</p>
<h2 data-renderer-start-pos="2766"><strong data-renderer-mark="true">Entreposto Aduaneiro</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="2788">Este regime permite armazenar mercadorias importadas ou destinadas à exportação em recintos alfandegados, com suspensão dos tributos federais.</p>
<p data-renderer-start-pos="2932">Essa alternativa possibilita às empresas nacionalizar a mercadoria, no caso da importação, conforme necessidade, garantindo um uso do fluxo de caixa mais estratégico.</p>
<h2 data-renderer-start-pos="3100"><strong data-renderer-mark="true">Trânsito Aduaneiro</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="3120">O Trânsito Aduaneiro permite o transporte de mercadorias de um ponto a outro do território aduaneiro, com a suspensão do pagamento de tributos.</p>
<p data-renderer-start-pos="3265">Uma forma conhecida desta modalidade é o DTA (Declaração de Trânsito Aduaneiro), que permite que a carga seja transferida de uma Zona Primária (portos e aeroportos) para a Zona Secundária (portos secos e outros recintos).</p>
<p data-renderer-start-pos="3488">Dessa forma, o desembaraço aduaneiro ocorre no terminal de preferência do cliente, podendo trazer redução de custos e mais agilidade.</p>
<h2 data-renderer-start-pos="3623"><strong data-renderer-mark="true">Recof e Recof-Sped</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="3643">O Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Aduaneiro Informatizado (Recof) e o Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado do Sistema Público de Escrituração Digital (Recof-Sped) permite a suspensão de tributos federais (e em alguns casos estaduais) na aquisição de produtos (seja no mercado interno ou via importação), que serão submetidos a um processo de industrialização para serem exportados ou consumidos no mercado interno.</p>
<h1 data-renderer-start-pos="4132"><strong data-renderer-mark="true">Vantagens em utilizar os Regimes Aduaneiros Especiais</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="4187">Conforme observamos, há vários Regimes Aduaneiros Especiais no qual atendem necessidades específicas. Os principais benefícios destes regimes, de forma geral, são:</p>
<ul class="ak-ul" data-indent-level="1">
<li>
<p data-renderer-start-pos="4354">Facilitam para que empresas reduzam custos em seus processos de comércio exterior, como a suspensão de tributos.</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="4470">Incentivam à modernização tecnológica e à industrialização do país.</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="4541">Otimizam a logística de transporte e armazenagem de cargas.</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="4604">Melhoram a competitividade do Brasil no mercado internacional.</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="4670">Incentivam a exportação das indústrias brasileiras.</p>
</li>
</ul>
<h1 data-renderer-start-pos="4725"><strong data-renderer-mark="true">Para usufruir dos Regimes Aduaneiros Especiais, conte com a PGL Brasil</strong></h1>
<p data-renderer-start-pos="4797">Para utilizar os Regimes Aduaneiros Especiais, é essencial que importadores e exportadores entendam se seus negócios estão alinhados com as regras e critérios de cada regime, que podem ser complexos.</p>
<p data-renderer-start-pos="4998">Caso o beneficiário cometa erros ou descumpra regras dos regimes, pode ser necessário o pagamento dos tributos que haviam sido suspensos, somados a juros ou multas.</p>
<p data-renderer-start-pos="5164">Contar com empresas especializadas pode ajudar para que sua empresa usufrua dos Regimes Aduaneiros Especiais sem nenhum transtorno.</p>
<p data-renderer-start-pos="5297">Na PGL Brasil contamos com equipes especializadas que podem guiar seus negócios dentro do âmbito dos Regimes Aduaneiros Especiais. Entre em contato e conheça mais!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Exportação de mel brasileiro</title>
		<link>https://pglbr.com.br/exportacao-de-mel-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marketing PGLBR]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2024 16:57:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[PGL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mel é um dos alimentos mais antigos consumidos pela humanidade, com registros que remontam à pré-história. Os egípcios são apontados como os pioneiros na criação de abelhas com propósitos econômicos. Hoje, o mel mantém seu destaque na alimentação por conta de sua riqueza nutricional, sendo também impulsionado por consumidores que valorizam produtos naturais, tornando&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-renderer-start-pos="43">O mel é um dos alimentos mais antigos consumidos pela humanidade, com registros que remontam à pré-história. Os egípcios são apontados como os pioneiros na criação de abelhas com propósitos econômicos.</p>
<p data-renderer-start-pos="246">Hoje, o mel mantém seu destaque na alimentação por conta de sua riqueza nutricional, sendo também impulsionado por consumidores que valorizam produtos naturais, tornando este um segmento em expansão.</p>
<p data-renderer-start-pos="447">Grande parte da produção brasileira de mel é exportada, e neste artigo iremos explorar sobre este produto ao nível nacional e global. Boa leitura!</p>
<h2 data-renderer-start-pos="595"><strong data-renderer-mark="true">O mercado global de mel</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="620">A China é o principal produtor de mel, produzindo cerca de 26% do mel no mundo, em torno de 474 mil toneladas, e também o maior exportador. O mel chines é um dos mais competitivos por conta do seu custo baixo de produção.</p>
<p data-renderer-start-pos="843">Os principais países exportadores de mel em 2023 e sua respectiva participação no mercado global foram:</p>
<ul class="ak-ul" data-indent-level="1">
<li>
<p data-renderer-start-pos="950">China: 12,3% das exportações globais (US$ 254 milhões)</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="1008">Nova Zelândia: 11,7% (US$ 243 milhões)</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="1050">Argentina: 8,61% (US$ 177 milhões)</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="1088">Índia: 8,28% (US$ 170 milhões)</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="1122">Ucrânia: 5,88% (US$ 121 milhões)</p>
</li>
</ul>
<p data-renderer-start-pos="1158">O Brasil ocupa a 10ª posição na produção mundial de mel, mas ainda não se destaca entre os principais exportadores do produto, embora possua potencial.</p>
<h2 data-renderer-start-pos="1311"><strong data-renderer-mark="true">A apicultura no Brasil</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="1335">O mel brasileiro é reconhecido mundialmente por sua pureza, estando livre de resíduos e sendo referência em qualidade. Isso se deve, em parte, às condições favoráveis no Brasil, como clima, solo, altitude e composição das floradas, que permitem uma produção limpa sem utilizar produtos químicos. Graças aos recursos naturais, o mel brasileiro pode ser produzido durante todas as estações do ano.</p>
<p data-renderer-start-pos="1732">As abelhas brasileiras são africanizadas, dessa forma são mais ágeis e resistentes a doenças, dispensando a utilização de medicamentos para tratamento.</p>
<p data-renderer-start-pos="1885">A cadeia produtiva apícola brasileira possui um papel relevante na economia nacional. Segundo dados do IBGE, 82% dos mais de 100 mil apicultores no Brasil produzem dentro do modelo de agricultura familiar.</p>
<p data-renderer-start-pos="2092">Além disso, o Brasil se destaca como um grande produtor de mel orgânico, por conta da elevada quantidade de áreas preservadas. Nenhum outro país possui o mesmo potencial para oferecer mel orgânico como o Brasil.</p>
<p data-renderer-start-pos="2305">Segundo a Associação Brasileira dos Exportadores de Mel (Abemel), cerca de 60% do mel produzido no Brasil é exportado, sendo o Nordeste a principal região produtora e exportadora de mel orgânico.</p>
<h2 data-renderer-start-pos="2502"><strong data-renderer-mark="true">Dados sobre a exportação de mel</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="2535">De janeiro a novembro de 2024, o Brasil exportou US$ 91,06 milhões em mel, que correspondem a 34,8 mil toneladas.</p>
<p data-renderer-start-pos="2650">Estes números representam um aumento de 14,1% no valor e 31,3% no volume em comparação com o mesmo período de 2023.</p>
<h2><strong data-renderer-mark="true">Principais países compradores</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="2798">O principal importador do mel brasileiro é os Estados Unidos, responsável por 79% das compras do produto no ano.</p>
<p data-renderer-start-pos="2912">Os demais países são Canadá (11%), Alemanha (6%), Reino Unido (2,8%) e Bélgica (0,73%).</p>
<h2><strong data-renderer-mark="true">Principais estados exportadores</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="3034">O Piauí possui a maior participação nas exportações de mel, com 26,6%. Os demais principais estados exportadores incluem:</p>
<ul class="ak-ul" data-indent-level="1">
<li>
<p data-renderer-start-pos="3159">Minas Gerais: 19,8%</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="3182">Santa Catarina: 14,3%</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="3207">Paraná: 10,3%</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="3224">São Paulo: 8,54%</p>
</li>
</ul>
<h2 data-renderer-start-pos="3244"><strong data-renderer-mark="true">Regulamentação na exportação de mel</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="3281">Para exportar mel, o estabelecimento precisa seguir as normas do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), estando devidamente habilitado e regularizado.</p>
<p data-renderer-start-pos="3439">Os produtos devem atender os requisitos de rótulo, bem como deve ser verificado as exigências sanitárias para cada país de destino.</p>
<p data-renderer-start-pos="3572">O Brasil é signatário do Codex Alimentarius, dessa forma deve ser emitido os seguintes documentos sanitários na exportação de mel:</p>
<ul class="ak-ul" data-indent-level="1">
<li>
<p data-renderer-start-pos="3706">Certificado Sanitário Nacional (CSN);</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="3747">Certificado Sanitário Internacional (CSI);</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="3793">e Guia de Trânsito (GT).</p>
</li>
</ul>
<h2 data-renderer-start-pos="3821"><strong data-renderer-mark="true">Conclusão</strong></h2>
<p data-renderer-start-pos="3832">O artigo trouxe dados atuais sobre a exportação de mel brasileiro, os principais países compradores, um panorama do mercado global e aspectos regulatórios.</p>
<p data-renderer-start-pos="3989">O Brasil possui condições naturais e capacidade para avançar cada vez mais na produção e exportação de mel, aumentando sua participação no mercado global deste produto.</p>
<p data-renderer-start-pos="4159">Com o apoio de empresas especializadas como a PGL Brasil, que possui ampla experiência em soluções logísticas e de comércio exterior, os exportadores de mel podem ter a certeza de uma operação de exportação bem sucedida.</p>
<p data-renderer-start-pos="4381">Se você está pensando em exportar mel, conte com o suporte da PGL Brasil para facilitar todo o processo de desembaraço aduaneiro e logística nacional e internacional. Solicite uma cotação ao nosso time!</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conheça os tipos de containers utilizados no transporte marítimo</title>
		<link>https://pglbr.com.br/conheca-os-tipos-de-containers-utilizados-no-transporte-maritimo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marketing PGLBR]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 15:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[PGL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 90% do comércio global é transportado pelo modal marítimo, por meio de diferentes tipos de navios e métodos para transportar mercadorias. Esse modal atende desde cargas líquidas, granéis, cargas gerais, produtos químicos, entre muitas outras. Parte fundamental da logística global envolve o transporte de cargas conteinerizadas, que garantem segurança e agilidade nas movimentações&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="FJ4GPyohqmsx2f">
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<p data-renderer-start-pos="75">Cerca de 90% do comércio global é transportado pelo modal marítimo, por meio de diferentes tipos de navios e métodos para transportar mercadorias. Esse modal atende desde cargas líquidas, granéis, cargas gerais, produtos químicos, entre muitas outras.</p>
<p data-renderer-start-pos="328">Parte fundamental da logística global envolve o transporte de cargas conteinerizadas, que garantem segurança e agilidade nas movimentações portuárias. Porém, há diferentes tipos de containers para atender às variadas necessidades de transporte e perfis de cargas.</p>
<p data-renderer-start-pos="593">Neste artigo, vamos apresentar os principais tipos de containers utilizados no transporte marítimo, suas características e as aplicações de cada um.</p>
<h3 data-renderer-start-pos="743"><strong data-renderer-mark="true">O surgimento do container</strong></h3>
<p data-renderer-start-pos="770">Para o economista e historiador Marc Levinson, a globalização, como conhecemos hoje, não teria sido possível sem a ampla utilização do container. Essa afirmação se baseia no fato de que o container permitiu que o transporte de mercadorias se tornasse mais seguro, ágil, padronizado e econômico.</p>
<p data-renderer-start-pos="1066">Antes da utilização do container, o embarque e desembarque das cargas nas embarcações ocorriam de forma manual, muitas vezes com base em pallets, e então a mercadoria era içada para dentro do navio. Isso aumentava os riscos de danos, tornava o processo lento e ocupava muito espaço na embarcação.</p>
<p data-renderer-start-pos="1364">O container e sua utilização na logística foram idealizados pelo empresário americano Malcom McLean, do ramo dos transportes, em 1950. Inicialmente, a ideia foi rejeitada por portos, armadores e transportadores. No entanto, em 1960, McLean vendeu a ideia para os militares americanos, que enxergaram no container uma solução eficiente para enviar equipamentos militares ao Vietnã.</p>
<p data-renderer-start-pos="1746">Com as forças armadas como o cliente ideal, a ideia do container ganhou espaço, e mais de seis décadas depois, este equipamento tornou-se a base do transporte marítimo global.</p>
<p data-renderer-start-pos="1923">Além do container tradicional, vários modelos de equipamentos foram desenvolvidos e adaptados para atender os diversos tipos de mercadorias do comércio internacional. Abaixo, conheceremos melhor estes diferentes equipamentos.</p>
<h3 data-renderer-start-pos="2150"><strong data-renderer-mark="true">Conheça alguns dos principais modelos de containers</strong></h3>
<p data-renderer-start-pos="2203">A maioria dos containers é encontrada nos tamanhos de 20 e 40 pés, exceto o container graneleiro, que é mais comum no tamanho de 20 pés.</p>
<p data-renderer-start-pos="2341">Veja abaixo alguns dos principais tipos de equipamentos:</p>
<ul class="ak-ul" data-indent-level="1">
<li>
<p data-renderer-start-pos="2401"><strong data-renderer-mark="true">Container Dry</strong>: trata-se do tipo mais comum, utilizado para cargas gerais e secas, como produtos têxteis, equipamentos industriais, pneus, cerâmica, madeira, entre outros;</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="2575"><strong data-renderer-mark="true">Container Reefer</strong>: este modelo possui um sistema de refrigeração que permite o controle interno da temperatura. É vedado e estruturado para acomodar produtos perecíveis, como carnes, peixes, frutas, produtos farmacêuticos, etc. Muito importante para a cadeia fria, este container permite que os bens cheguem ao destino com total integridade. A faixa de controle de temperatura pode ser ajustada entre -30°C e +30°C. Há, porém, variações como o Super Freeze, alcançando temperaturas de até -60°C;</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="3073"><strong data-renderer-mark="true">Container Flat Rack</strong>: projetado para acomodar cargas de grandes dimensões, como maquinários e veículos, funcionando como uma base. Este container não possui duas paredes laterais e nem o teto. Em alguns modelos, as duas laterais restantes são dobráveis;</p>
</li>
<li>
<p data-renderer-start-pos="3329"><strong data-renderer-mark="true">Container Open Top</strong>: similar ao flat rack, este tipo de container é utilizado para transportar cargas com dimensões excedentes, neste caso na altura. O container open top não possui teto, o que facilita o carregamento de mercadorias que precisam ser içadas ou que ultrapassam a altura padrão;</p>
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<p data-renderer-start-pos="3624"><strong data-renderer-mark="true">Container graneleiro:</strong> utilizado no transporte de grãos a granel, como milho, sementes, café, entre outros produtos agrícolas. Este equipamento possui um revestimento interno que evita perdas da mercadoria, e em vez de uma porta, o container graneleiro possui escotilhas para seu carregamento.</p>
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<h3 data-renderer-start-pos="3920"><strong data-renderer-mark="true">Precisa de ajuda para entender qual o melhor container para seus embarques? Entre em contato!</strong></h3>
<p data-renderer-start-pos="4017">Cada tipo de container tem características específicas que atendem a diferentes nichos de produtos e que possibilitam embarcar praticamente qualquer mercadoria.</p>
<p data-renderer-start-pos="4179">Além de escolher o container ideal para seus embarques, a colaboração com um agente de cargas que lhe auxilie em todas as etapas de suas importações e exportações é essencial para o fluxo eficiente de suas operações.</p>
<p data-renderer-start-pos="4397">A PGL Brasil está à disposição para auxiliar em suas operações, podendo lhe orientar sobre o equipamento ideal e as melhores soluções para seus embarques. Entre em contato!</p>
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